Colíder: Polícia Civil diz que assaltante Ivo Matias Israel Junior é violento e agredia vítimas com socos e pontapés

HojeNews - Acusado de roubo e emprego de arma de fogo, Ivo Matias Israel Junior (21), preso em Colíder, é considerado um assaltante violento com as vítimas e estava em regime semiaberto por tráfico de drogas.

De acordo com o delegado Ruy Guilherme Peral da Silva, Ivo praticava os delitos com crueldade contra as vítimas, que eram severamente agredidas com coronhadas, socos, chutes e ameaças de morte, além de serem amarradas com fios de arames.

O suspeito era investigado em inquérito policial que apurava o roubo cometido por seu grupo criminoso, composto por pelo menos cinco pessoas. 


Eles realizaram diversos roubos na cidade, levando objetos e produtos de valor como perfumes, altos falantes, secador de cabelo, dinheiro, alimentos, veículos e roupas femininas e masculinas de marca, totalizando cerca de R$ 10 mil em prejuízo para as vítimas, sem contabilizar o veículo.

No roubo cometido a duas das vítimas, os criminosos agrediram os moradores da casa, com coronhadas, chutes e ofensas verbais. 

As vítimas foram mantidas presas por aproximadamente três horas até a efetiva consumação do delito. Uma delas está internada no Hospital Regional de Colíder e reconheceu o criminoso pela tatuagem no pé.

O delegado disse ainda que o preso já havia sido internado por ter se envolvido em uma troca de tiros, posteriormente ao assalto investigado, ocorrido no bairro Celídio Marques, em Colíder. Na ocasião, policiais militares entraram na casa e encontraram um aparelho de som automotivo, que foi reconhecido também pela vítima, como sendo de sua propriedade.

O suspeito tem várias passagens criminais. Quando era menor de 18 anos, praticou uma tentativa de homicídio, em Itaúba, no ano de 2013. No ano de 2016, foi preso em flagrante por tráfico de drogas e, por conta desse crime, foi colocado no regime semiaberto.

O suspeito encontra-se internado por ter se envolvido em troca e tiros, ocorrida no dia 17 de janeiro de 2017, cuja motivação ainda não foi esclarecida.

A prisão preventiva do suspeito foi requerida diante da necessidade de manter a ordem pública e impedir que o criminoso continue agindo na cidade.

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