Colíder: Ronaldo Vinha defende parcerias entre entidades e Prefeitura para incentivar o comércio e o agronegócio


HojeNews - O secretário de Desenvolvimento Econômico de Colíder, Ronaldo Vinha, pretende incentivar a adoção de parcerias entre a Prefeitura e as entidades empresariais e do agronegócio para implantar projetos e ações que promovam o fortalecimento da economia do município e a consequente geração de emprego e renda na cidade e no campo.

“Já estamos conversando com a Acic [Associação Comercial e Empresarial de Colíder] sobre iniciativas para fomentar o nosso comércio. E temos, também, na parte da agricultura um planejamento para retomar as ações realizadas no governo do [ex-prefeito] Celso Banazeski e ajudar o pequeno produtor rural, da agricultura familiar, para que ele consiga plantar e colher. Quando a agricultura vai bem o comércio da cidade vai bem também”, ressalta Vinha.

O secretário disse que usará o conhecimento e experiência adquiridos como comerciante e presidente do Sindicato Rural para ajudar o empresário e o produtor rural do município. “A gente conhece as necessidades do comércio e que não estão sendo atendidas. Tenho certeza que com essa equipe e com a vontade que o [prefeito] Noboru e o Dr. Ono tem para administrar bem Colíder nós teremos facilidades para fazer essas coisas acontecerem”.

Vinha também quer adotar programas para ajudar o pequeno produtor rural a comercializar a sua produção. “Existem iniciativas nesse sentido, mas que, na verdade, não estão sendo aproveitadas. O Senar, por exemplo, sempre se dispôs a ajudar, só que o município não soube aproveitar esse apoio. Então, teremos sim essa vontade de ajudar na comercialização. Temos ideias que serão implantadas aos poucos. Vamos trabalhar para que isso aconteça”.

Durante a campanha, o prefeito Noboru Tomiyoshi enalteceu que o incentivo à expansão da agricultura para o plantio da soja e do milho em larga escala será uma das tarefas do seu governo. Segundo Ronaldo Vinha, hoje a área plantada com soja em Colíder é de apenas 18 mil hectares. “E nós temos uma área disponível para o plantio de grãos de quase 200 mil hectares. Mas a lavoura está chegando lentamente aqui. Vamos buscar iniciativas para incentivar o aumento da área de plantio”.

Vinha afirma que a agricultura, além de diversificar a economia do campo e aquecer o comércio na cidade, traz consigo a valorização da terra. “Um alqueire que hoje, com pastagem, custa cerca de R$ 20 mil quando está preparada para lavoura passa a valer R$ 50 mil. Então é uma grande valorização. E tem a questão do aumento da arrecadação de impostos, o que resulta em mais recursos para serem investidos na população pela Prefeitura. Municípios com lavoura forte tem uma economia desenvolvida e maior qualidade de vida”.



Com a economia do campo diversificada e forte, o secretário pontua que o comércio da cidade também vai bem e gera o aumento da geração de vagas no mercado de trabalho. “Por isso, vamos trabalhar para que os grandes empresários da lavoura invistam em nosso município. E não tem a necessidade de o pequeno produtor ou o pecuarista serem os plantadores. Eles podem aproveitar essa nova oportunidade para arrendar suas propriedades, passar a ter uma renda segura e muito boa e viver uma vida tranquila. Ou, até mesmo, colocar um comércio aqui na cidade e aumentar ainda mais os seus ganhos”.

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