Noboru e secretários de Colíder conversam com empresários sobre obras na travessia urbana da MT-320; dinheiro já está na conta da Prefeitura

Da Assessoria - O prefeito Noboru Tomiyoshi e secretários municipais se reuniram na tarde desta sexta-feira (3/02) com os proprietários de empreendimentos comerciais ao longo da travessia urbana da MT-320, em Colíder, cujas obras estão paradas há mais de quatro anos. O objetivo do governo municipal foi coletar sugestões para garantir uma rodovia totalmente integrada com os principais acessos à cidade.

Noboru disse aos empresários que esteve em Cuiabá renegociando com o Governo do Estado a retomada das obras ao longo do trecho. Incialmente, serão construídos dois trevos: um na altura da faculdade Facíder, no acesso à avenida Júlio Campos, e outro na avenida do Colonizador, em frente ao posto Coronel. A entrada de acesso ao CTG também esteve na pauta.


Segundo Noboru, o dinheiro já está à disposição da Prefeitura de Colíder. “Está na conta. O que falta é só executar a obra. Mas achamos importante, primeiro, discutir os projetos com os empresários, principalmente com aqueles do entorno do trevo do posto Corronel, para ouvi-los sobre as dificuldades que tem lá e, se necessário, readequar esse projeto para que atenda as necessidades de todos e para que façamos uma obra com perfeição”, justifica o prefeito.

O gestor esclarece que não haverá desapropriações. “Nada disso acontecerá. Queremos apenas concluir a travessia urbana, que está com as obras paralisadas, promovendo a integração eficiente entre a rodovia e a cidade, adequar o trevo [do posto Coronel], de maneira que favoreça a população e os empresários. E queremos que comunidade nos ajude a formatar esse projeto”, esclarece Noboru.


Mudanças

O secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Hiran Andreazza Salles, acredita que o projeto do trevo de acesso à avenida do Colonizador deverá sofrer algumas alterações para atender as necessidades das empresas da área e garantir a segurança do trânsito no local.

“Nós precisamos atender a comunidade. Não adianta fazer um projeto de engenharia com o nosso ponto de vista. Essa consulta com a comunidade é justamente para buscar um entendimento com as pessoas para que o trevo seja adequado e viável, atendendo as necessidades de todos”, disse.

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