Duas mil propriedades estão sem regularização fundiária urbana e rural em Colíder; Vereador Marquinhos luta para agilizar processos

A regularização fundiária urbana e rural ainda é um sonho distante para muitos proprietários de imóveis em Colíder. O processo avança lentamente e ainda há muitas áreas sem o documento definitivo de posse no município. O número reduzido de servidores no Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) atrasa a análise dos processos. A demora na publicação dos georreferenciamentos já realizados é outro entrave.

Em todo o município cerca de dois mil proprietários aguardam a titulação definitiva de suas terras. Em busca de informações e de pressa na tomada de soluções, o vice-presidente da Câmara de Vereadores, Marcos Aragão, o Marquinhos (PSD), visitou o coordenador do escritório local do Incra, Luiz Mauro Evangelista, que confirmou que a falta de servidores e de estrutura adequada é um dos gargalos.


“Os processos para as regularizações urbanas estão emperrados, as baixas nas cláusulas resolutivas também e tem ainda o georreferenciamento da Gleba Teles Pires, que já foi feito mas não colocado no sistema pela empresa que fez as medições. E isso impede que os proprietários possam fazer seus requerimentos e entrar com o pedido de regularização de suas terras”, explica Marquinhos.

Marquinhos já agendou para a próxima terça-feira (20.06), em Cuiabá, um encontro com o superintendente regional do Incra, João Bosco de Moraes. “Irei relatar os problemas que enfrentamos em Colíder e fazer algumas reivindicações”, disse o vereador. Marquinhos também pretende ir à Brasília conversar sobre a questão com o presidente nacional do instituto, o engenheiro agrônomo Leonardo Góes Silva.

Marquinhos já realizou várias gestões junto a órgãos federais, levando documentos e cobranças dos moradores de áreas sem documentação. “Acabamos conquistando para Colíder a regularização de várias áreas urbanas. Mas ainda falta muito para avançar. Na região urbana, há ainda bairros com problemas antigos relativos a inventários e que dependem da interferência do Ministério Público”, comenta.

O vereador relata que a regularização fundiária garante para as famílias beneficiadas o acesso a linhas de crédito, serviços públicos, redes de infraestrutura, valorização dos imóveis e a "oficialização" das ruas.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Câmara de Colíder







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